terça-feira, 17 de novembro de 2009

Primeira

Costumeiros olás,
Post desta noite é pontual. Nossa primeira reunião administrativa será no CADir, quarta-feira (18/11), às 14h30 e terá como pauta:
  • Órgãos que precisam de indicações de R.D.s;
  • Definições de plantões nos campi novo e antigo;
  • Passes de ônibus interno e externo (Cometa)

Quinta-feira, dia 19/11 haverá plantão no campus novo (manhã e noite), logicamente no nosso corredor. Quem estiver interessado nas camisetas, chaveiros e adesivos remanescentes, procure a cadeira (quem nem é) do CADir!

Os trabalhos dos terceiranistas, de Direito Constitucional, que assinaram a lista demonstrando interesse em reavê-los também estarão conosco.
Além disso:
  • 18/11, quarta-feira, às 17h, no campus novo, em uma as salas do corredor do Direito, haverá reunião das Comissões da Semana do Bixo;
  • Editais foram lançados pelo CADir para R.D.s e cópias estão coladas em murais das salas de aula.

Pontuado, sem mais

sábado, 14 de novembro de 2009

Em meio a gavetas, caixas e prateleiras!

Reconhecendo território em cada cantinho do CADir, encontramos alguns trabalhos acadêmicos majoritariamente do ano de 2007, sobre Direito Constitucional, Professor Barrufini, que não foram entregues e ficaram no Centro Acadêmico. Nós os levaremos em um dos nossos plantões para quem quiser resgatá-los possa os pegar. Após esta data, por motivos organizacionais, os trabalhos serão reciclados.
  • Para quem desejar, estão à venda no CADir, por quantiazinhas de dinheiro:
    · Adesivos (2 tipos);
    · Chaveiros (2 tipos);
    · 2 camisetas baby-look P e 1 camiseta P vermelhas;
    · 2 camisetas baby-look G pretas

Estandarte Inicial

Olás!,


Enquanto o site do nosso Centro Acadêmico não sai, utilizaremos o blog para manter a comunicação virtual de pé! Não podendo mais perder tempo, nesse post muito sério, queremos que tomem nota dos não mais murmurinhos (agora fatos) sobre o Diretório Acadêmico da UNESP – Franca, a Semana do Bixo e o papel do CADir em meio a toda situação.

A gestão do Diretório Acadêmico terminou no último dia 03. Eleições não foram convocadas e, como consequência da falta de processo eleitoral, o D.A. encontra-se sem uma gestão, legitimada via eleições. Nesse caso, seu Estatuto prevê que o Conselho de Entidades automaticamente - composto pelos quatro Centros Acadêmicos da faculdade - detenha suas funções administrativas. Na Assembleia do dia 12/11, quinta-feira passada (que teve como tema: futuro do D.A. e Semana do Bixo), algumas diretrizes foram tomadas para a coordenação do D.A. e da S.B. pelas Entidades. Foram elas:

· Procurar pela gestão anterior do D.A. para a efetivação de prestações pendentes de contas (balanço Semana do Bixo, atual caixa e afins);
· Tornar públicas, até o final deste ano, as propostas do Conselho de Entidades para o período em que estiver à frente do Diretório Acadêmico, como por exemplo, lançamento do edital de eleições, demonstrando o término do lapso temporal em que a faculdade ficará sem o Diretório.;
· A nova gestão do D.A. deverá assumir no final de 05/2010;
· O Conselho de Entidades é soberano em relação a suas decisões e está incumbido de prestar contas à faculdade sobre seu período de atuação;
· A Semana do Bixo terá a presença efetiva dos Centros Acadêmicos como coordenadores de Comissões por eles escolhidas. Essas coordenadorias não têm caráter autoritário, mas sim centralizador de tarefas, organizacional, partindo, principalmente, das reclamações de não-participação efetiva das entidades como sugestão;
· O caráter centralizador de tarefas proposto pelos C.A.s não tira a autonomia de decisão sobre discussões internas de cada Comissão;
· As Comissões da Semana do Bixo estão abertas desde o dia 11/11, e as reuniões ocorrerão às quartas-feiras, às 17h, no campus novo, em uma das salas do corredor de Direito até que cada Comissão já consiga caminhar com as próprias pernas e faça reuniões internas. Essas Comissões são abertas a quaisquer discentes que desejem compô-las.

O CADir, como membro efetivo do Conselho de Entidades, conta com a sua participação o quanto antes, visto que o processo de formação das comissões para a S.B. já se iniciou tardiamente. Fazer parte da efetivação da S.B. é um meio ímpar de acolher nossos bixos.

Quaisquer dúvidas, escrevam!
Sem mais (por hora!),

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O QUE É O ENADE? A PROVA ESTÁ AÍ, É HORA DE NOS POSICIONARMOS! !!

Adriano Brant Favarin D.A.F. 2008 / gestão: Ponto Político

Muito se vem falando sobre a prova do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes): alguns falam da necessidade de se conseguir uma boa nota para valorizar o curso, outros falam da necessidade de um boicote, em razão de o ENADE não representar uma avaliação adequada da realidade institucional. Mas quais são as verdades e mentiras dessas duas posições?O ENADE é um dos critérios de avaliação do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior), instituído pela lei federal 10.861 de 2004. O SINAES é uma instância por meio da qual o governo federal regula e supervisiona as universidades e os seus cursos, tendo como um dos critérios de análise a proximidade da instituição com as empresas privadas. Mas, fora esse “detalhe”, será que essa avaliação é mesmo justa e precisa?Por meio do ENADE avaliam-se apenas os estudantes, causando assim a transferência para estes de toda a responsabilidade da qualidade de ensino, o que é um absurdo. Outro ponto é que o SINAES não considera a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; avaliar apenas o ensino é insuficiente para se ter uma visão da Universidade como um todo, visto que não necessariamente a qualidade do ensino reflete o desempenho nas duas outras áreas.Por fim, a prova do ENADE é padrão, o que não respeita as especificidades de cada instituição, a diversidade curricular e as regionalidades, previstas nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação. Desse modo, o ENADE induz a uma padronização dos currículos de acordo com as exigências do governo federal – as quais geralmente refletem as necessidades do mercado em detrimento das demandas da sociedade –, é o tecnicismo do ensino superior.Sabemos, também, que as faculdades particulares dispõem de cursinhos preparatórios para os seus estudantes que irão prestar o ENADE. Outro fato é que essas mesmas faculdades “compram” os estudantes para conseguirem uma boa nota na avaliação; como se pode ver no depoimento abaixo transcrito, em que Dilvo Ristoff, diretor de Estatística e Avaliação da Educação Superior do Inep, se mostra surpreso com o prêmio de R$ 600 que a Faculdade Paulista de Serviço Social de São Paulo e a de São Caetano do Sul prometeram pagar aos alunos que participassem do Enade, desde que as instituições obtivessem uma boa nota no exame.
"É a primeira vez que vejo isto assim tão claramente assumido e publicado, embora tenha ouvido falar de premiações (carros, viagens, auxílio-formatura, etc) oferecidas por algumas instituições desde os tempos do Provão"(http:.//www. unesp.br/ aci/clipping/ 091107i.php acesso em 6.nov.2008)
Todos temos conhecimento de como as faculdades particulares se utilizam da nota obtida no ENADE para transmitir credibilidade ao “estudante/cliente”, promovendo-se perante a sociedade a custa de falsos conceitos de qualidade, quando são notórios seus objetivos de auferir lucro, pouco se importando com a boa formação de seus estudantes.Bom, até aqui analisamos como as faculdades particulares se utilizam do sistema de avaliação vigente para benefício próprio, deixando os prejuízos para a sociedade, que é enganada com os falsos resultados. O papel do ENADE como ranqueador e falso indicador da qualidade de ensino das faculdades particulares é evidente; tanto é assim que essas instituições não medem esforços para poder utilizar desse dado em propagandas e divulgação da sua empresa de ensino. Até aqui já deve ter ficado claro o quanto o ENADE prejudica a sociedade e o quanto beneficia os “tubarões do ensino”. Mas, quais são os benefícios e prejuízos que esse sistema de avaliação representa para as universidades públicas?Para começar, não é demais lembrar que a participação no ENADE NÃO é obrigatória para as instituições de ensino superior públicas, mas devemos considerar que o SINAES é uma política do MEC (Ministério da Educação) e que as universidades federais estão a ele atreladas, o que resulta em um alto índice de participação delas no ENADE. As universidades estaduais, no entanto, em virtude de sua autonomia financeira que possuem em relação ao governo federal, aparentemente não estão atreladas às políticas do MEC, tanto que USP e UNICAMP NÃO participam do ENADE. Mas por que, então, a UNESP “estimula” a participação de seus estudantes nesse processo? Será mesmo que não estamos atrelados às políticas do governo federal?Antes de entrarmos nessa questão, vamos desmitificar algumas crenças sobre o ENADE. Caso o curso zere na avaliação do ENADE (ou seja, os estudantes boicotem a prova) NÃO há prejuízo na contratação docente, inclusive, porque os órgãos colegiados competentes já aprovaram tais contratações e a ALESP já liberou a quantidade de funções correspondente há um ano e existe verba disponível para tal. A disponibilidade de funções independe do desempenho da Universidade no ENADE, aliás, o conceito final de cada curso é o que menos importa: a liberação de funções pela ALESP depende “apenas” de uma decisão política do governo do Estado...É fato que houve uma queda na relação candidato/vaga no vestibular 2009. Tal queda foi sentida PROPORCIONALMENTE nas três estaduais paulistas e, de acordo com o representante da VUNESP, não deve gerar preocupações. Ainda, de acordo com ele – em um pronunciamento feito no Conselho Universitário (C.O.) em reunião do dia 30/10/08 – o motivo de tal queda está relacionado com a política do governo federal de expansão de vagas e de cursos nas federais, decorrentes do Plano de Reestruturação das Universidades Federais (REUNI), e com as expansões das bolsas de estudo nas faculdades particulares, por meio do Programa Universidade para Todos (PROUNI). Como podemos concluir, não há ligação alguma do conceito obtido pelo curso e pela Universidade no ENADE com a queda na relação candidato/vaga.Outro fantasma que ronda a cabeça dos estudantes que vão prestar a prova do ENADE é se a nota pode interferir no fechamento do curso que obteve nota zero (boicote), ou se a máxima nota (5) pode colaborar para a futura abertura de um curso de pós-graduação ou até o maior reconhecimento do curso, expressando sua qualidade. Bom, como vimos no inicio do texto, a obtenção de nota cinco não significa necessariamente qualidade do curso. Mas será que a nota zero pode ser utilizada para o fechamento de cursos? NÃO. Essa lei serve, a priori, para o governo federal fiscalizar a qualidade dos cursos nas faculdades particulares. De maneira alguma o governo federal pode interferir no fechamento de um curso nas universidades públicas, ainda mais nas estaduais paulistas, que gozam de autonomia legislada no artigo 207 da Constituição Federal.Voltando agora para a UNESP e o seu atrelamento às políticas federais. Os estudantes que presenciaram a Assembléia Extraordinária do Curso de Pedagogia no câmpus de Rio Preto, que ocorreu no dia 05/11/08, puderam ouvir o Prof. Dr. Carlos Roberto Ceron, diretor do IBILCE, dizer clara e orgulhosamente que a UNESP foi a única das três estaduais paulistas a receber uma verba de R$14.000.000, 00 do governo federal. Então, nós nos perguntamos: a custo de quê? Afinal, não é política do governo federal distribuir tal montante sem nenhuma contrapartida. Bom, presenciamos esse ano a reitoria engajada em ações como: criação de um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); incentivo descomunal às avaliações institucionais locais (GRAL’s); (falso) interesse na participação discente nos órgãos colegiados; atrelamento às políticas federais do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) – refletido na Universidade Leste e no Ensino à Distância (EAD) –, além de uma simpatia com a atual Reforma Universitária Federal.Ao analisarmos todos esses comprometimentos que a UNESP tem assumido com o governo federal, podemos entender mais claramente o medo e a objeção de alguns docentes, principalmente aqueles relacionados com a burocracia acadêmica e mais próximos da reitoria, com relação ao boicote ao ENADE. Então surgem as famosas perguntas: O que ganhamos ao boicotar a prova?O boicote representa, antes de tudo, um protesto. Existem duas formas de contestar: uma é pelo enfrentamento e a outra é pelo desgaste participativo. A primeira se torna necessária quando a ação contra a qual se protesta está prestes a se concretizar; a segunda, utilizada contra ações de médio e longo prazo, necessita de muita pesquisa e tempo para as modificações estruturais necessárias e só é possível buscá-la em uma universidade democrática (com um governo tripartite com maioria estudantil e com sufrágio universal nas eleições para os cargos administrativos e de gestão). O simples boicote, sem as atitudes posteriores necessárias, realmente não serve para nada. Para se ter um ganho real com o boicote deve-se valer de atitudes posteriores a ele: carta aberta à comunidade, à sociedade; utilização de meios de comunicação para manifestar o motivo de tal ação; cartas de protesto à reitoria, informando a ação utilizada e o motivo pelo qual se recorreu a tal ação; exigência aos Conselhos de Curso para que se encaminhe um boicote institucional – como no caso do curso de Pedagogia da UNESP de Rio Claro ano passado –, uma forma mais avançada e coletiva de resistência a esse modelo antidemocrático de avaliação, para que as coordenações de curso não inscrevam os estudantes na prova.Mas há outras perguntas: podemos ter prejuízos ao boicotar o ENADE? Para você, enquanto estudante, NÃO. A sua nota não é divulgada e no seu histórico, somente é registrado que você compareceu ao exame. O único prejuízo caso você não compareça à prova é a retenção de seu diploma, mas qualquer que seja a sua nota, inclusive “zero” decorrente de boicote, ela não é registrada no histórico. No caso da instituição, também NÃO há prejuízos previstos na legislação vigente, haja vista que a USP e Unicamp não participam do ENADE e nunca foram prejudicadas por tal atitude. O que pode ocorrer, e foi para evitar que eles ocorressem que a UNESP aceitou participar do ENADE, são atritos políticos com o governo federal, o que não representa prejuízo para a instituição, mas sim para aqueles que concordam com a aplicação das políticas federais, de caráter neo-liberal, e que visam o tecnicismo e a vinculação das universidades às empresas privadas, e não à sociedade, nas universidades paulistas.E temos algum ganho caso nosso curso obtenha nota 5 no ENADE? Para você, enquanto aluno, NÃO. A instituição, tampouco, haja vista que, somente com a constituição de um sistema que possibilite a análise sistemática e integrada dos processos avaliativos das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes, é que será possível a construção e a consolidação da qualidade da educação superior.Enfim, agora, a par dessas informações, você poderá fazer a prova mais consciente do que ela significa, tanto para você, quanto para as faculdades particulares, para as universidades públicas e para a sociedade. Poderá também, utilizar o seu papel de universitário, crítico e transformador da sociedade em que vive, para decidir qual é a melhor atitude a ser tomada: se é a de realizar a prova do ENADE visando à nota 5 para evitar constrangimentos entre a reitoria da UNESP e o governo federal, ou a de realizar o boicote, assinando o seu nome e fazendo um enorme zero na prova, demonstrando a nota que você dá ao sistema de avaliação do governo federal. A escolha é somente sua e, literalmente, a partir de agora ela estará em suas mãos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

CICLO JURÍDICO

O Direito Ambiental e uma Hermenêutica para a Função Socio-Ambiental da Propriedade

1o Dia:
02/06 – Terça-feira
14h – oficina: “Resgatando as vidas do Direito Ambiental”
19h – Mesa Redonda: “Do indivíduo à coletividade: análises e conceitos da Função Social da Propriedade”
Alfredo José dos Santos (prof. da UNESP)
Antônio Alberto Machado (prof. da UNESP)
Elisabete Maniglia (profa. da UNESP)

2o Dia:
03/06 – Quarta-feira
9h - Apresentação de Trabalhos científicos
14h - oficina: “Analisando os conceitos da função social para o Direito Ambiental”
19h – Palestra: “Produtividade e Função Social: antinomia intencional x hermenêutica constitucional”
Wilson Levy (mestrando pela USP)
Antonio Sérgio Escrivão Filho (mestrando pela UNESP)

3o Dia:
04/06 – Quinta-feira
14h - oficina: “Análise Constitucional do Direito Ambiental" Neconst
19h – Palestra: “Hermenêutica da Função Social: interpretando e aplicando o Direito Ambiental, Responsabilidade Civil e Reserva Ambiental”
Patrícia Iglecias (Profa. de Dir. Ambiental da USP)
Nivar Gobbi (Prof. Livre-docente da UNESP-Rio Claro e advogado)


R$15,00 Certificados 25 horas/aula
Inscrições nos plantões do CADir